quinta-feira, 6 de outubro de 2011

sábado, 1 de outubro de 2011

1ª JORNADA DE TURISMO E HOTELARIA

Informações: 3212-5076

Participe!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Há 40 anos atrás nascia a profissão Turismólogo 1971 /2011

Uma trajetória de lutas pelo turismo brasileiro!

No dia 27 de setembro, ao se comemorar o DIA NACIONAL DO TURISMÓLOGO e o DIA MUNDIAL DO TURISMO e, particularmente em 2011 quando se marca 40 anos do nascimento da nossa profissão, com a abertura do primeiro curso superior de turismo no Brasil, os milhares de turismólogos formados nas instituições de ensino de todo o Brasil, através de sua entidade máxima a ABBTUR Nacional, convidam a sociedade brasileira a refletir sobre a importância e valores do Turismo, não apenas como meio de lazer e viagem, mas como um fenômeno social e econômico de tamanha expressão, que pode mudar, os caminhos do futuro de uma localidade.

Tomá-lo como uma opção séria de relações dentro das coletividades é disponibilizar-lhes a perspectiva de reconhecimento de suas próprias identidades e estabelecer referências para fortalecer a auto-estima coletiva, necessária para compor com as dinâmicas do real desenvolvimento.


Tura. Tânia Omena
Presidenta
ABBTUR Nacional

terça-feira, 6 de setembro de 2011

I Semana de Turismo UEA-Esat

DIA

HORA

ATIVIDADE

LOCAL

27/09/2011

18:30 – 19:30

Abertura

Auditório

Reitoria

Lançamento Gincana

1ª tarefa

19:30 – 20:30

Palestra

20:30 – 21:00

Debate

21:00

Apresentação Cultural

DIA

HORA

ATIVIDADE

LOCAL

28/09/2011

14:00 – 17:00

Apresentação Oral deTrabalhos (TCs/Artigos de alunos e egressos)

Mini-auditório

4º andar – ESAT

18:30 – 21:00

Encontro com os Egressos do Curso de Turismo

Show de Talentos

Mini-auditório

4º andar– ESAT

DIA

HORA

ATIVIDADE

LOCAL

29/09/11

14:00 – 17:00

Mini-cursos/

Oficinas

Salas 07, 08, 09 e 10 e mini-auditório– ESAT

17:30

Solenidade de encerramento

Mini-auditório 4º andar – ESAT




Os egressos que desejarem apresentar trabalhos no dia 28/09, à tarde deverão enviar um e-mail solicitando sua inscrição, juntamente com o arquivo da apresentação (podem ser artigos, trabalhos de pós-graduação ou projetos de autoria do egresso) além disso, necessitamos dos contatos de e-mail e telefone. Também poderão se inscrever para as apresentações dos depoimentos e o Show de Talentos (dança, música, humor, teatro etc.) que acontecerão à noite.

Contato: gtsilva@uea.edu.br ou (92)38784411

domingo, 28 de agosto de 2011

Julho é recorde: 7,4 milhões de desembarques domésticos

Brasília, DF – O número de desembarques domésticos em aeroportos brasileiros, no mês de julho, foi o maior já registrado desde 1990. Foram 7.426.128 desembarques, 22,05% a mais que os 6.084.737 verificados no mesmo período do ano passado.


O resultado, novo recorde da série histórica, supera em 8,17% o recorde anterior, registrado em janeiro de 2011 (6.865.480 desembarques). “Se o ritmo de crescimento for mantido, deveremos ultrapassar os 77 milhões de desembarques ao fim de 2011, superando 2010 em 9 milhões”, garante o ministro do Turismo, Pedro Novais. De janeiro a julho, o acumulado foi de 45.364.722 chegadas, 20,97% a mais que as 37.501.222 registradas nos primeiros sete meses de 2010.


Desembarques internacionais - Os desembarques internacionais também cresceram e emplacaram recorde da série histórica dos meses de julho. Foram 855.739 chegadas, 14,68% superior às 746.185 registradas no sétimo mês do ano passado. O acumulado de desembarques internacionais, em 2011, chega a 5.213.609, superando em 18,23% os 4.409.561 verificados no mesmo período de 2010.


Os desembarques nacionais e internacionais, apurados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), são um dos indicadores utilizados pelo MTur para avaliar o crescimento da atividade turística no país.


Fonte: http://www.turismo.gov.br/turismo/noticias/todas_noticias/20110825.html

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Inventário Turístico lançado no Salão do Turismo

A nova metodologia do Inventário da Oferta Turística dos municípios brasileiros foi lançado nesta última quinta-feira (14) no 6º Salão do Turismo – Roteiros do Brasil. Com a presença de acadêmicos, equipe técnica e representantes do Ministério do Turismo a apresentação do documento teve a participação do ministro do Turismo Pedro Novais e da Secretária Nacional de Políticas de Turismo, Bel Mesquita e contou também com a presença da presidente da ABBTUR NACIONAL, Tânia Omena.

O Inventário da Oferta Turística tem o objetivo de diagnosticar a disponibilidade turística brasileira oferecendo às cidades instrumentos e ferramentas que identifiquem seu potencial. “A realização do inventário é uma ação imprescindível para o Brasil, um país múltiplo, multifacetado, mas na verdade ele é importante porque o turismo acontece lá, no município”, disse Bel Mesquita ao DT.

Coordenado por Ana Clévia Guerreiro Lima, o documento propõe que o turismo seja trabalhado de forma regionalizada e cumpra sua função econômica que é identificar os potenciais de cada cidade brasileira.

“Para identificar produtos de qualidade é preciso antes de mais nada critérios técnicos, mas também sensibilidade e é isso uma das propostas do inventário, que estimulará o dirigentes das cidades e seus moradores a descobrir o que tem de melhor”, complementou Bel.

Para o ministro Pedro Novaes, o inventário levanta informações para o planejamento da gestão municipal. “Precisamos conhecer o que o município tem para que os serviços e equipamentos possam ser utilizados e também melhorados, tanto para sua população para quem visita a cidade”, completou Novaes.

O inventário está organizado em três categorias e cada uma delas contempla atividades e ações econômicas diferentes; veja abaixo

Categoria A – Infraestrutura de apoio ao turismo:

Instalações e serviços, públicos e privados, que proporcionam o bem-estar dos residentes e também dos visitantes, tais como sistema de transportes, de saúde, de comunicação, de abastecimento de água, de energia e tantas outras estruturas básicas e facilidades existentes nos municípios.

Categoria B – Serviços e equipamentos turísticos;

Conjunto de estabelecimentos e prestadores de serviços que dão condições para que o visitante; tenha uma boa estada: hospedagem, alimentação, diversão, transporte, agenciamento, etc.

Categoria C – Atrativos Turísticos:

Elementos da natureza, da cultura e da sociedade – lugares, acontecimentos, objetos, pessoas, ações – que motivam alguém a sair do seu local de residência para conhecê-los ou vivenciá-los.

Fonte:http://www.diariodoturismo.com.br/materia.asp?mtr=Invent%C3%A1rio_Tur%C3%ADstico_lan%C3%A7ado_no_Sal%C3%A3o_do_Turismo&codid=18|8|28|18|35|


domingo, 29 de maio de 2011

O direito de lutar pela regulamentação da profissão de turismólogo

A atual conjuntura brasileira nos permite opinar de forma livre, ponderando acerca de qualquer tema que nos convenha, desde que respeitando as regras da civilidade. Assim têm feito algumas pessoas, anônimas ou renomadas, defendendo que a regulamentação da profissão de turismólogo é um erro histórico. Exerço democraticamente o meu direito de discordar e afirmar que a regulamentação é necessária para garantir direitos. É um avanço.

A discussão em torno do assunto está um tanto fora de rumo e tem sido pautada pela desinformação e meias verdades. Vejamos algumas poucas:

1. A luta pela regulamentação da profissão foi abandonada.

De fato, arrefeceu o movimento pela regulamentação de nossa profissão no Brasil, no entanto, é preciso considerar que o texto do projeto de lei aprovado e levado para sanção presidencial continha equívocos. Em resumo: feria outras leis. Por isso tramita a tanto tempo no Congresso Nacional. Somente agora tais equívocos foram corrigidos, tornando o projeto de lei 290/2001 adequado à realidade. Corrigidos esses “pecados” iniciais, não podemos recomeçar o movimento?

2. A profissão não é regulamentada em nenhum lugar do mundo.

É histórica a nossa predileção por seguirmos modismos e soluções que outras nações já se utilizam. Assim sendo, o simples fato de os outros países não terem regulamentado profissões ligadas à área do turismo, não nos indica que esta é a melhor medida. Nem tudo que é bom pra eles o será para nós, e vice versa. A regulamentação é uma prerrogativa legal e por que deveríamos abrir mão dela? Que ótima oportunidade para sermos vanguarda.

3. Regulamentação é reserva de mercado.

Um completo equívoco, pois os parágrafos que continham tal exagero foram retirados do texto atual. O PL 290/2001 apenas delimita as áreas de atuação do turismólogo. Ele não diz que exclusivamente os turismólogos podem atuar em determinada área e sim que também podem atuar, individualmente ou conjuntamente, assim como diversos outros profissionais. Assim sendo, não representa reserva de mercado. No Brasil atual isso já não cabe.

4. A regulamentação não garante empregos.

É sabidamente que não. O que garante o profissional no mercado é a sua competência, seu preparo, seu comportamento etc. No entanto, a regulamentação permitirá maior articulação e organização da categoria. Como exemplo, nos dará a oportunidade de lutas coletivas, como o piso salarial.

Preocupante é o fato de grande número de estudantes e bacharéis em turismo sequer terem lido o texto atual do PL 290/2001, que atualmente tramita no Senado Federal. Dessa forma, fica-se vulnerável a qualquer opinião mais bem elaborada, mesmo que equivocada. E se for o pensamento de alguém conhecido nacionalmente, aí tendemos a concordar ainda mais. Mesmo que seja uma completa distorção.

A luta pela regulamentação é legítima para aqueles que acreditam. O PL 290/2001 delimita nossa área de atuação; cria os conselhos estaduais, regionais e o nacional; permite-nos ter o exercício da profissão regulamentada em lei garantindo direitos. Isso já não é o suficiente?

Observem que é muito cômodo para aqueles que já estão com os seus nomes consolidados no mercado, emitir uma opinião taxando a regulamentação de “erro”. Fiquem atentos, eles são maiores que suas profissões. Não precisam delas. E nós, simples mortais? Vamos continuar concordando por concordar? Vamos continuar vulneráveis pela desinformação? Ou vamos lutar por aquilo que realmente acreditamos?

A aprovação do projeto de lei que regulamenta o exercício da profissão de turismólogo não resolverá todos os nossos problemas. Não é esse o seu objetivo. No entanto, representa virar uma página, dar um passo importante rumo a outras questões importantes que nos aguardam.

As melhores lutas que travamos ao longo de nossas vidas são aquelas nas quais acreditamos de verdade, com conhecimento de causa. Independentemente do mundo ao redor.

* José Antonio Cardoso Fonseca é turismólogo e presidente da Abbtur Amazonas